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	<title>Tecnocrata</title>
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	<description>Tecnologia por quem acredita</description>
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		<title>A relevância dos jornais impressos</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 19:15:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Os periódicos impressos, especialmente os jornais, enfrentam uma severa queda em vendas e circulação. Este movimento acontece há alguns anos e tem como principal responsável a internet, que está mudando o ritmo e a forma de consumir notícias. Com sua eventual e já anunciada extinção, que falta fazem os jornais impressos?
Os jornais hoje são responsáveis por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os periódicos impressos, especialmente os jornais, enfrentam uma severa queda em vendas e circulação. Este movimento acontece há alguns anos e tem como principal responsável a internet, que está mudando o ritmo e a forma de consumir notícias. Com sua eventual e já anunciada extinção, que falta fazem os jornais impressos?</p>
<p>Os jornais hoje são responsáveis por enorme parte da da criação autêntica de conteúdo, sendo que sua ausência deixaria os replicadores de notícias com menos fontes a recorrer. Os impressos também agregam notícias, colunistas, editores e fontes de maneira única, transmitindo &#8211; por mais imparcial que o veículo seja &#8211; uma opinião e uma visão de mundo no conjunto das publicações. Ainda é muito difícil reunir conteúdo de fontes diversas com a mesma qualidade que fazem os impressos, por mais que este conteúdo exista.</p>
<p>O consumo de escolha e por demanda pode implicar no estreitamento da visão do leitor, que não tem estímulo em buscar novas ou diferentes opiniões quando é limitado ao seu agregador de notícias. Os jornais impressos também entram em um nível de detalhe que as outras mídias ignoram, e utilizam um estilo culto de escrita que é exclusivo às suas páginas e incentiva os leitores a maior erudição.</p>
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		<title>Vida Sintética</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 02:28:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[Após uma década de pesquisas e muitos milhões de dólares, cientistas conseguiram criar uma célula viva a partir do zero, de forma completamente sintética, que foi capaz de sobreviver e se multiplicar de forma saudável. É o cume de uma série de avanços polêmicos na biologia que incluem a clonagem e a criação de vírus sintéticos; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após uma década de pesquisas e muitos milhões de dólares, cientistas conseguiram criar uma célula viva a partir do zero, de forma completamente sintética, que foi capaz de sobreviver e se multiplicar de forma saudável. É o cume de uma série de avanços polêmicos na biologia que incluem a clonagem e a criação de vírus sintéticos; o design-inteligente da vida inconteste: aquele executado pelo homem.</p>
<p>Este avanço na ciência pode proporcionar novas formas de tratar doenças e outros problemas de saúde, além de acelerar pesquisas que buscam entender características de nossa espécie que remontam às suas origens. Mas o avanço mais significativo talvez resida nas possíveis capacidades industriais da tecnologia. Modelando sequências de DNA novas, é possível criar organismos vivos utilitários para atender a fins específicos; formas de vida sem qualquer precedente na natureza. Desta necessidade, podem surgir linguagens de programação e blocos de construção lógicos para o DNA, que delimitem práticas necessárias para seu correto funcionamento e facilitem seu desenho.</p>
<p>Quais são os limites de composições para esta vida que conhecemos, que se deriva em formas tão diversas quanto bactérias, ossos e madeira? Quais materiais e funções, em tão diversas escalas, podemos modelar através do DNA? Talvez em um futuro próximo formas de vida revelem-se materiais mais interessantes do que o concreto, e os militares criem monstros com o fim específico da guerra.</p>
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		<title>O Irã e a mídia</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 00:16:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>

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		<description><![CDATA[Os norte-americanos classificam o Irã como parte do &#8220;eixo-do-mal&#8221;, e a cada nova suspeita de desenvolvimento de tecnologia para fabricação de armas nucleares, o país é taxado de &#8220;ameaça ao mundo&#8221;. A maior parte do ocidente e sua mídia repete os bordões livremente, comentando sobre o país em tom grave. Afinal, será o país de Ahmajinejad um país [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os norte-americanos classificam o Irã como parte do &#8220;eixo-do-mal&#8221;, e a cada nova suspeita de desenvolvimento de tecnologia para fabricação de armas nucleares, o país é taxado de &#8220;ameaça ao mundo&#8221;. A maior parte do ocidente e sua mídia repete os bordões livremente, comentando sobre o país em tom grave. Afinal, será o país de Ahmajinejad um país mal, uma ameaça ao mundo?</p>
<p>Ao recusar o holocausto como por vezes fez, Ahmajinejad representa uma ameaça para o mundo ou para os judeus? E em suas políticas totalitaristas e nada democráticas, o presidente do Irã é um problema para o mundo ou para o próprio povo? Qual ameaça o Irã representa, por exemplo, para o Brasil, em qualquer horizonte conhecido? Talvez o Irã seja uma ameaça ao mundo por causa do suposto desenvolvimento de armas nucleares, mas o que dizer então das super-potências que acumulam estoques destes armamentos há anos, possuem potencial pleno para desenvolver mais, e podem até mesmo estar desenvolvendo mais ogivas nucleares atualmente?</p>
<p>Se o acordo de não-ploriferação nuclear beneficia os países que já possuem armas nucleares e amputa os países que ainda não as tem, é uma ameaça contra quem, exatamente, ignorá-lo? Por que o Irã, em suas bravatas contra Israel, é mais ameaça ao mundo que os EUA, em sua suspeita jornada contra o terror, que culminou na invasão do Iraque contra a decisão do conselho de segurança da ONU, e com base em falsas evidências?</p>
<p>Por fim, é possível considerar sério um veículo de notícias de um país democrático que toma lado neste embate ideológico?</p>
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		<title>Breve história do nosso idioma e da tecnologia</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 14:34:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
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		<description><![CDATA[Naqueles tempos, poucas pessoas possuíam um computador em casa no Brasil. O equipamento já havia adquirido status de item de luxo entre os eletrodomésticos, mas sua real utilidade no cotidiano ainda era questionada. o computador ainda era, para todos os efeitos, supérfluo.
Isto foi há 15 anos atrás. A internet se esgueirava tímida nos primeiros comerciais. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Naqueles tempos, poucas pessoas possuíam um computador em casa no Brasil. O equipamento já havia adquirido status de item de luxo entre os eletrodomésticos, mas sua real utilidade no cotidiano ainda era questionada. o computador ainda era, para todos os efeitos, supérfluo.</p>
<p>Isto foi há 15 anos atrás. A internet se esgueirava tímida nos primeiros comerciais. Os poucos provedores disponíveis, como o gigante norte-americano AOL (América Online) e o recém criado brasileiro UOL (Universo Online), disputavam usuários com as BBS (Bulletin Board System), sistemas simples de texto-puro, isolados cada qual em sua própria rede de usuários, e mantidas muitas vezes por uma só pessoa.  Não demorou muito para a internet se popularizar, e junto a ela os primeiros softwares de comunicação via internet, como o <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;ved=0CAYQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fpt.wikipedia.org%2Fwiki%2FICQ&amp;rct=j&amp;q=icq+wiki&amp;ei=NGivS7vpOcqGuAf5prnzDQ&amp;usg=AFQjCNFw0BvW7Uetvp71rtLycSldqH9GhA" target="_blank">ICQ</a> e o <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=2&amp;ved=0CAkQFjAB&amp;url=http%3A%2F%2Fpt.wikipedia.org%2Fwiki%2FInternet_Relay_Chat&amp;rct=j&amp;q=irc+wiki&amp;ei=bWivS_raA82wuAfJx9iGDg&amp;usg=AFQjCNHXRBhgluElWUyxYlsMYKndIT-egw" target="_blank">IRC</a>. Foi neste cenário em que começou um dos maiores processos de mudança que a língua portuguesa sofreria nas últimas décadas.</p>
<p>Como não era possível utilizar acentos na maioria das aplicações estrangeiras, desenvolvendo-se por necessidade o uso de palavras que imitam a fala, como o <em>naum</em> e o <em>eh. </em>O que na época era uma solução linguística para uma limitação tecnológica, propagou-se como uma gíria para a nova geração - que sequer conhece a história e dispõe de acentos em profusão nas aplicações modernas.</p>
<p>Foram a internet e os celulares que trouxeram as abreviações exdrúxulas &#8211; muitas vezes baseadas apenas em consoantes - para a língua, como <em>vc</em> e <em>tc</em>. A primeira, devido à alta velocidade que imprime nos diálogos de comunicadores instantâneos, provocando o encurtamento do diálogo e o menor cuidado com o texto. O segundo, pela inconveniência do minúsculo teclado numérico agrupado, além da limitação do total de caracteres.</p>
<p>A tecnologia também trouxe uma avalanche de estrangeirismos para a língua portuguesa, alguns dos quais ganharam um lugar ao sol nos dicionários, como o famigerado <em>deletar</em>.</p>
<p>Essas mudanças são vistas com olhos suspeitos pela maioria dos literatos e profissionais da língua. Muitos falam da destruição do nosso idioma em virtude do uso massificado da tecnologia. Fatalismos à parte, entenda-se que a tecnologia oferece apenas os meios de comunicação, e é agnóstica no que se refere ao bom ou mal português. No mais, o uso específico no ambiente virtual de abreviações, gírias e estrangeirismos, não atrapalha necessariamente  a boa educação e os hábitos de leitura.</p>
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		<title>Vivendo a vida como um avatar</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 02:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
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		<description><![CDATA[James Cameron, o diretor de O Exterminado do Futuro e Titanic, levou quase dez anos para viabilizar e desenvolver seu Avatar, sucesso de bilheteria e crítica que reinaugura a glória da ficção científica no cinema, uma vez que o filme é o primeiro do gênero a receber um Globo de Ouro desde E.T., de Spilberg. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>James Cameron, o diretor de O Exterminado do Futuro e Titanic, levou quase dez anos para viabilizar e desenvolver seu Avatar, sucesso de bilheteria e crítica que reinaugura a glória da ficção científica no cinema, uma vez que o filme é o primeiro do gênero a receber um Globo de Ouro desde E.T., de Spilberg. Utilizando-se dos efeitos mais caros da história e de sua habilidade madura de conduzir linhas narrativas, Cameron construiu sua obra em cima de uma história simples, sem fórmulas desconhecidas e para todos os públicos, com a qual é possível se emocionar e identificar, e difícil se decepcionar. Curiosamente, esta mesma história modesta e cativante utiliza-se de conceitos tecnológicos extremamente avançados e incorre em questões filosóficas complexas e cuja presença em nosso cotidiano é apenas recente. Desta forma, Avatar nos convida a reflexões metafísicas da forma mais despretensiosa possível.</p>
<p>Na clássica trama do soldado em conflito, o protagonista Jake se infiltra na população alienígena Na&#8217;vi para coletar informações do planeta Pandora, onde há um minério de altíssimo valor para a humanidade &#8211; que continua, neste futuro, confinada a seu planeta moribundo e sem recursos. Para tanto, Jake se &#8220;conecta&#8221; a um corpo Na&#8217;vi produzido por engenharia genética, utilizando seu avatar para interagir com os alienígenas. Durante sua jornada, Jake se apaixona pelo povo alienígena, e presumidamente por sua nova condição física, que além de esbanjar maior força e agilidade que a de seu corpo humano, inclui as duas pernas saudáveis cujo controle Jake perdera na guerra.</p>
<p>Jake passa a se dedicar tanto a suas tarefas virtuais em seu segundo corpo, que seus cuidados mais básicos passam a ser ignorados, como a higiene e a alimentação, de forma muito similar ao que acontece com alguns usuários de computador e vídeogames. Por sinal, a ideia de que todos nós, pouco a pouco, estamos abdicando do real e vivendo mais no mundo virtual, utiliza a tecnologia como o arauto da alienação, mas esta é somente mais uma novidade em um universo de opções já antigo, cuja extensão é limitada somente pela vontade do observador; as drogas alucinógenas, os programas de reality show, e até mesmo romances e meditação podem ser considerados formas de fuga. A tecnologia, contudo, promete uma revolução: alienação em grande estilo.</p>
<p>Quando as tecnologias necessárias para simulação da realidade ao cérebro estiverem disponíveis, e eventualmente estarão, um mundo extraordinário e assustador de possibilidades nascerá. É de se esperar que, à altura do desenvolvimento de tais tecnologias, a inteligência artificial, a computação gráfica e o poder de processamento estejam bastante avançados, propiciando o nascimento de mundos virtuais com os quais poderemos interagir com a qualidade do mundo real ou similar. Em mundos conectados, similares ao software de Matrix, será possível realizar encontros &#8220;pessoais&#8221; sem a necessidade de cruzar quaisquers distâncias. Por que não ser um pouco mais bonito, magro e forte neste mundo? E que tal ter acesso total, confidencial e seguro aos prazeres da carne, sem efeitos colaterais? Em um lugar que não existe, não há acordos ou responsabilidades &#8211; um desafio para a ética e a moral.</p>
<p>Enquanto a tecnologia se desenvolve, os equipamentos terão acesso a locais do cérebro que não temos normalmente, e a realidade virtual se tornará uma realidade estendida, mais interessante, colorida e sensível que a própria realidade &#8211; uma loucura permitida pelas maravilhas das portas da percepção.</p>
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		<title>2009, o ano da busca pelo meio ambiente</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 21:14:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
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		<description><![CDATA[2009 foi um ano de acontecimentos expressivos para o mundo, e de uma acentuada mas ainda fracassada busca pelo equilíbrio do homem com o meio-ambiente. Na COP-15, conferência internacional sobre meio-ambiente realizada em Copenhague, os líderes mundiais se reuniram mas não conseguiram chegar a metas promissoras. O Brasil foi o destaque do evento &#8211; graças ao presidente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="MARGIN: 0in; FONT-FAMILY: Calibri; FONT-SIZE: 11pt">2009 foi um ano de acontecimentos expressivos para o mundo, e de uma acentuada mas ainda fracassada busca pelo equilíbrio do homem com o meio-ambiente. Na <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2009/conferenciadecopenhague/" target="_blank">COP-15</a>, conferência internacional sobre meio-ambiente realizada em Copenhague, os líderes mundiais se reuniram mas <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u669964.shtml" target="_blank">não conseguiram chegar a metas promissoras</a>. O Brasil foi o destaque do evento &#8211; graças ao presidente que <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u668989.shtml" target="_blank">cobrou</a> e <a href="http://www.greenblog.org.br/?p=4367" target="_blank">reclamou</a> da falta de ação de alguns países. </p>
<p style="MARGIN: 0in; FONT-FAMILY: Calibri; FONT-SIZE: 11pt"> </p>
<p style="MARGIN: 0in; FONT-FAMILY: Calibri; FONT-SIZE: 11pt">Em Washington, Obama teve um elogiado início de governo, fazendo escolhas certas em seus ministérios e <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u510384.shtml" target="_blank">anunciando o retorno de soldados do Iraque</a>. No decorrer do ano, contudo, as críticas a Obama ganharam espaço devido a continuada inércia da economia americana e ao anúncio de envio de mais soldados ao oriente médio. Em Dezembro, <a href="http://nobelprize.org/nobel_prizes/peace/laureates/2009/obama-lecture.html">Obama ganha um questionado Nobel da paz</a>, que declara encarar como &#8220;<a href="http://www.cnn.com/2009/WORLD/europe/10/09/nobel.peace.prize/index.html">um convite para agir</a>&#8220;.</p>
<p style="MARGIN: 0in; FONT-FAMILY: Calibri; FONT-SIZE: 11pt"> </p>
<p style="MARGIN: 0in; FONT-FAMILY: Calibri; FONT-SIZE: 11pt">2009 foi palco da reeleição e da tomada do poder por consagrados populistas. Em Honduras, o presidente Manuel Zelaya sofreu um <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2009/criseemhonduras/" target="_blank">golpe de estado</a> e foi expulso do país, retornando escondido para a embaixa brasileira para assistir à forçada eleição que culminou na vitória de um oponente. No Irã, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2009/eleicoesnoira/" target="_blank">Ahmadinejad se reelege</a> sob fortes protestos de fraude e uma grande onda de violência e repressão no país.  Na Venezuela, Chávez <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/02/15/chavez+vence+referendo+e+conquista+reeleicao+ilimitada+4083909.html" target="_blank">conquista o direito à reeleição ilimitada</a>, e por fim, na Bolívia, Evo Morales <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091208/not_imp478358,0.php" target="_blank">é reeleito</a> e <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091208/not_imp478378,0.php" target="_blank">seu partido ganha ainda mais força no congresso</a>.</p>
<p style="MARGIN: 0in; FONT-FAMILY: Calibri; FONT-SIZE: 11pt"> </p>
<p style="MARGIN: 0in; FONT-FAMILY: Calibri; FONT-SIZE: 11pt">No Oriente Médio, Israel finaliza uma de suas maiores ofensivas contra os palestinos e é <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u488263.shtml" target="_blank">acusado de crimes de guerra</a>. Enquanto isso, a <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u571219.shtml" target="_blank">Coréia do Norte executa testes com mísseis nucleares</a>, provocando a ONU e seus inimigos. Novamente no Irã, a polêmica da energia atômica continua com o debate sobre a construção de <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u627344.shtml" target="_blank">centrífugas</a> e <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,ira-precisa-de-10-a-15-usinas-nucleares-diz-ministro,480978,0.htm" target="_blank">usinas nucleares</a>.</p>
<p style="MARGIN: 0in; FONT-FAMILY: Calibri; FONT-SIZE: 11pt"> </p>
<p style="MARGIN: 0in; FONT-FAMILY: Calibri; FONT-SIZE: 11pt">Enquanto o mundo tentava se recuperar da crise mundial de 2008, em meio a grandes falências e números desanimadores, o <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2009/gripesuina/" target="_blank">vírus H1N1 fez mais de dez mil vítimas</a>, assustando &#8211; mas provando-se mais inofensivo que a gripe comum.</p>
<p style="MARGIN: 0in; FONT-FAMILY: Calibri; FONT-SIZE: 11pt"> </p>
<p style="MARGIN: 0in; FONT-FAMILY: Calibri; FONT-SIZE: 11pt">2009 entra para a história como um ano de grande preocupação com o aquecimento global e o meio-ambiente, todavia sem ações ou metas significativas estabelecidas. É fato que com a economia tão frágil e debilitada, os EUA e a Europa não vão se comprometer a reduzir o crescimento em prol do meio-ambiente.</p>
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		<title>2009, o Ano do Brasil</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 23:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este foi um ano de acontecimentos memoráveis para o Brasil, e de sua consagração como uma potência política e econômica. Pecando tanto em áreas tão básicas como saúde e educação, o país ainda está longe do primeiro mundo, amputado também pela absurda carga tributária e pela pesada e corrupta máquina do governo, mas aproximou-se mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este foi um ano de acontecimentos memoráveis para o Brasil, e de sua consagração como uma potência política e econômica. Pecando tanto em áreas tão básicas como <a href="http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=54470" target="_blank href=">saúde</a> e <a href="http://noticias.uol.com.br/bbc/2009/06/05/ult5017u195.jhtm" target="_blank">educação</a>, o país ainda está longe do primeiro mundo, amputado também pela <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/economia,carga-tributaria-no-brasil-bate-recorde-e-chega-a-35-8-do-pib,399074,0.htm" target="_blank href=">absurda carga tributária</a> e pela pesada e <a href="http://br.retrospectiva.yahoo.com/2009/vergonhaspoliticas" target="_blank href=">corrupta</a> máquina do governo, mas aproximou-se mais do que se espera de uma democracia capitalista moderna e soberana.</p>
<p>Na esteira da crise iniciada no ano interior, 2009 foi o palco de assustadoras e impressionantes <a href="http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2009/12/19/cento-e-quarenta-bancos-regionais-sofreram-falencia-em-2009-nos-eua.jhtm" target="_blank href=">falências</a> de grandes<img class="size-medium wp-image-251 alignright" title="Olimpíadas 2016 - Lula" src="http://www.tecnocrata.com.br/wp-content/uploads/2010/01/lula_olimpiada_20161-300x225.jpg" alt="Olimpíadas 2016 - Lula" width="300" height="225" /> empresas de todo o mundo, e de uma recuperação tímida dos países mais afetados pela crise. O Brasil, por sua vez, experimentou breve ressaca da marolinha, destacando-se como um dos países <a href="http://www.brookings.edu/opinions/2008/1015_financial_crisis_cardenas.aspx" target="_blank href=">mais resistentes à crise</a> &#8211; se não o mais resistente.</p>
<p>Lula <a href="http://noticias.uol.com.br/politica/2009/02/03/ult5773u507.jhtm" target="_blank href=">bateu mais recordes com seu índice de popularidade</a>, apesar de atitudes e ações controversas. No setor privado, o presidente <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090523/not_imp375605,0.php" target="_blank href=">criticou em público</a>, <a href="http://www.hojenoticias.com.br/negocios/apos-pressao-lula-e-agnelli-selam-acordo/" target="_blank href=">ameaçou nos bastidores</a> e <a href="http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2009/10/20/lula-da-tregua-a-agnelli-que-anuncia-investimentos-de-us-12-9-bi-em-2010" target="_blank href=">finalmente convenceu</a> o presidente da Vale, Roger Agnelli, a investir mais no mercado interno. 2009 também foi o palco da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cesare_Battisti_(1954)" target="_blank href=">polêmica em torno de Cesare Battisti</a>, o ex-terrorista de esquerda italiano que ainda está exilado no Brasil, e cuja presença no país é favorecida pelo presidente e pelo Ministro da Justiça, Tarso Genro. Lula também <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/geral,lula-critica-recusa-hondurenha-a-saida-de-zelaya,481013,0.htm" target="_blank href=">abrigou o presidente deposto de Honduras</a>, Zelaya, na embaixada brasileira &#8211; resistindo à pressão de golpistas e protestantes do país.</p>
<p>2009 foi, acima de tudo, um ano de grandiosidade para o Brasil, onde foram iniciadas as negociaçãoes para a <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u620454.shtml" target="_blank href=">maior e mais importante compra militar da história recente do país</a>. O Brasil também conquistou as <a href="http://esporte.uol.com.br/ultimas/2009/10/02/ult58u1761.jhtm" target="_blank href=">olimpíadas de 2016 para o Rio de Janeiro</a> e viu fusões e aquisições darem origem a poderosas multi-nacionais tupiniquins, como a <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u568088.shtml" target="_blank href=">BrasilFoods</a>, o <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL846978-9356,00-UNIBANCO+E+ITAU+ANUNCIAM+FUSAO+E+CRIAM+GIGANTE+FINANCEIRO.html" target="_blank">Itaú Unibanco</a> e o <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u661677.shtml" target="_blank href=">Pão de Açúcar-Casas Bahia</a>.</p>
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		<title>2 anos de blog</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 00:10:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
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		<description><![CDATA[Há 2 anos atrás, iniciei o b:rodrigues log, meu primeiro blog. Dedicado inicialmente a tecnologia e desenvolvimento de software, era atualizado com apenas um artigo por mês, conquistando modestas 100 visitas mensais em seu primeiro ano de atividade.
Em 2009, reinaugurei o blog com o formato atual, este Tecnocrata, e escrevi 29 artigos. A média de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há 2 anos atrás, iniciei o b:rodrigues log, meu primeiro blog. Dedicado inicialmente a tecnologia e desenvolvimento de software, era atualizado com apenas um artigo por mês, conquistando modestas 100 visitas mensais em seu primeiro ano de atividade.</p>
<p>Em 2009, reinaugurei o blog com o formato atual, este Tecnocrata, e escrevi 29 artigos. A média de visitação acompanhou minha dedicação, atingindo e mantendo a média atual de quase 3000 visitas mensais!</p>
<p>Como sempre, manter um blog part-time tem sido um grande desafio. Mesmo assim estabeleço, para 2010, a meta de um post semanal &#8211; alguns menores, talvez &#8211; e quem sabe, dobrar minhas visitas?</p>
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		<title>A revolução das mídias: Jornalismo</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 22:08:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos anos, em especial nos países de primeiro mundo, os jornais sofrem uma brutal queda em suas vendas e audiência. Os jornais impressos, principalmente, estão sendo esmagados pelos novos veículos de comunicação, como blogs, microblogs e sites de notícia especializados. No Brasil, este movimento é menos acentuado, devido em grande parte à migração de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, em especial nos países de primeiro mundo, os jornais sofrem uma brutal queda em suas vendas e audiência. Os jornais impressos, principalmente, estão sendo esmagados pelos novos veículos de comunicação, como blogs, microblogs e sites de notícia especializados. No Brasil, este movimento é menos acentuado, devido em grande parte à migração de muitas pessoas a classes sociais mais altas, fato que estimula o consumo até mesmo de jornais. As próximas décadas, contudo, tendem a ser cada vez mais negras para os antigos formatos de mídia, dominadas por gerações que ignoram por completo a existência e a importância de tais veículos.</p>
<p>De forma similar à morte das gravadoras de música, esta é uma mudança a qual as editoras de revistas e jornais terão de se adaptar se quiserem sobreviver.  Existe, entretanto, um problema conceitual nesta revolução midiática. Os novos arautos das notícias, os sites indepentes, não produzem seu próprio conteúdo desde a fonte, em sua maioria. Em vez disto, apenas replicam notícias coletadas de diversas fontes. A produção de notícias como conhecemos hoje depende de estruturas e recursos que os sites independentes não possuem, como fontes privilegiadas por tradição e reputação, fontes remotas e sucursais, etc. Entramos assim em um problema financeiro: Os consumidores trocam a mídia privada convencional pela mídia digital independente. A segunda é consumidora da primeira, mas não em volume suficiente para mantê-la. No pior cenário possível, a primeira deixa de existir e a segunda fica sem matéria prima, e é o fim do jornalismo profissional escrito, ou sua redução ao mínimo. Outro possível desdobramento é a sobrevivência exclusiva do jornalismo nos braços de mídia de grandes empresas pontocom, como o Google e a Microsoft. Em qualquer um dos casos, o jornalismo profissional sai perdendo.</p>
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		<title>Admirável Mundo Novo</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 03:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

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		<description><![CDATA[No ano de 1932, Aldous Huxleu publicou seu Admirável Mundo Novo, o romance que consagraria o autor como um dos grandes escritores ingleses. Cientificamente revolucionário, o livro descreve uma sociedade futurística dominada pela lógica, um estado tecnocrata perfeito onde não existem emoções expressivas e as pessoas são condicionadas a um estado permanente de harmonia e eficácia. Quase trinta anos após [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No ano de 1932, Aldous Huxleu publicou seu <em>Admirável Mundo Novo</em>, o romance que consagraria o autor como um dos grandes escritores ingleses. Cientificamente revolucionário, o livro descreve uma sociedade futurística dominada pela lógica, um estado tecnocrata perfeito onde não existem emoções expressivas e as pessoas são condicionadas a um estado permanente de harmonia e eficácia. Quase trinta anos após o lançamento do livro, o autor trabalhou em sua edição complementar <em>Revisited</em>, na qual mencionou como o mundo tinha se tornado parecido com sua distopia em ritmo muito mais rápido do que ele previa. Quase quarenta anos já se passaram desde então, e o ritmo parece só aumentar. </p>
<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_236" class="wp-caption alignright" style="width: 161px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.tecnocrata.com.br/wp-content/uploads/2009/11/2552_6471.jpg"><img class="size-medium wp-image-236" title="Admirável Mundo Novo" src="http://www.tecnocrata.com.br/wp-content/uploads/2009/11/2552_6471-216x300.jpg" alt="" width="151" height="210" /></a><a href="http://www.tecnocrata.com.br/wp-content/uploads/2009/11/2552_6471.jpg"></a></dt>
</dl>
</div>
<p>Na ficção, o mundo é controlado por um único estado totalitarista, conhecido como <em>Estado do Mundo</em>. <a href="http://www.tecnocrata.com.br/wp-content/uploads/2009/11/2552_647.jpg"></a>Através de uma hipotética manipulação dos óvulos, que muito se assemelha com algumas possibilidades da manipulação genética, os cidadãos são concebidos de forma artificial e industrial, divididos e moldados para compor castas sociais com objetivo e capacidade pré-definidos. Cada casta, logo, é apta a desempenhar um papel específico e está aberta a um nível de informação pré-determinado, de forma muito parecida com o que acontece em nosso mundo atual, onde praticamente todo o acesso à cultura e à educação é segregado entre as classes sociais.</p>
<p>A dor e o sofrimento não existem no <em>Estado do Mundo</em>. Completamente apartadas do conceito de família, as pessoas não são apegadas a ninguém, tendo a morte importância mínima. Essa, acontece impreterivelmente aos sessenta anos, sendo que a velhice não se manifesta durante estes anos. O sexo hetero e homossexual é estimulado desde a infância como um hábito meramente social e recreativo, e mesmo as mais inesperadas oscilações da alma humana podem ser tratadas com a <em>Soma</em>, droga sem efeitos colaterais que proporciona uma sensação de relaxamento e tranquilidade ao seu usuário. Novamente, as sociedades modernas se assemelham cada vez mais ao <em>Estado do Mundo </em>nestes quesitos<em>. </em>A família exerce papel cada vez menor na vida do indivíduo, o sexo (inclusive homossexual) é fenomêno cada vez mais efêmero, e as drogas estão presentes em todos os níveis da sociedade.</p>
<p>A maior e mais assustadora semelhança dos mundos se dá, contudo, no modo de vida automatizado e robótico, guiado pelo consumismo extremo e regido pelos princípios de Henry Ford &#8211; otimizado, eficiente e produtivo. Desta Laranja Mecânica do romance, só escapam as pessoas que não se adaptaram ao sistema, os &#8220;selvagens&#8221;, homens deixados à própria sorte e às próprias leis nas áreas denominadas &#8220;reservas&#8221;. Resta contarmos com que o mundo real, em sua evolução em direção a Ford, guarde sua própria reserva, com o que sobrar de nossa humanidade como a conhecemos hoje.</p>
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