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2009, o Ano do Brasil

Este foi um ano de acontecimentos memoráveis para o Brasil, e de sua consagração como uma potência política e econômica. Pecando tanto em áreas tão básicas como saúde e educação, o país ainda está longe do primeiro mundo, amputado também pela absurda carga tributária e pela pesada e corrupta máquina do governo, mas aproximou-se mais do que se espera de uma democracia capitalista moderna e soberana.

Na esteira da crise iniciada no ano interior, 2009 foi o palco de assustadoras e impressionantes falências de grandesOlimpíadas 2016 - Lula empresas de todo o mundo, e de uma recuperação tímida dos países mais afetados pela crise. O Brasil, por sua vez, experimentou breve ressaca da marolinha, destacando-se como um dos países mais resistentes à crise – se não o mais resistente.

Lula bateu mais recordes com seu índice de popularidade, apesar de atitudes e ações controversas. No setor privado, o presidente criticou em público, ameaçou nos bastidores e finalmente convenceu o presidente da Vale, Roger Agnelli, a investir mais no mercado interno. 2009 também foi o palco da polêmica em torno de Cesare Battisti, o ex-terrorista de esquerda italiano que ainda está exilado no Brasil, e cuja presença no país é favorecida pelo presidente e pelo Ministro da Justiça, Tarso Genro. Lula também abrigou o presidente deposto de Honduras, Zelaya, na embaixada brasileira – resistindo à pressão de golpistas e protestantes do país.

2009 foi, acima de tudo, um ano de grandiosidade para o Brasil, onde foram iniciadas as negociaçãoes para a maior e mais importante compra militar da história recente do país. O Brasil também conquistou as olimpíadas de 2016 para o Rio de Janeiro e viu fusões e aquisições darem origem a poderosas multi-nacionais tupiniquins, como a BrasilFoods, o Itaú Unibanco e o Pão de Açúcar-Casas Bahia.

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