Steven Paul Jobs
1955 foi o berço de grandes nomes da informática, como Bill Gates e Tim Berners-Lee, o inventor da internet. Foi também neste ano que um Sírio recém radicado nos Estados Unidos teve seu primeiro filho, rebento que ele ofereceria para adoção logo após o nascimento. Um casal californiano de sobrenome Jobs adotaria o bebê logo em seguida, batizando um futuro visionário e pioneiro do mundo da tecnologia - Steven Paul Jobs, ou apenas Steve Jobs.
Jobs ficou menos de um semestre na faculdade. Ele continuou, contudo, a participar das aulas de caligrafia, fato que rendeu aos computadores modernos as fontes como as conhecemos hoje. Após algum tempo de trabalho na Atari e um retiro espiritual na Índia, regado a LSD e budismo, Jobs retornou para os EUA e fundou a Apple Computers com seu amigo Steve Wozniack, então engenheiro da Hewlett-Packard e hacker de eletrônicos.
Em seus primeiros anos, a Apple teve uma ascenção lenta mas significativa no comércio de computadores. Jobs era um líder instável e obcecado pela perfeição, egocêntrico e agressivo. Em 1983, inapto na disciplina da administração, Jobs contratou o então presidente da Pepsico para dirigir a Apple, com a frase histórica: “Você quer passar o resto de sua vida vendendo água com açúcar para crianças, ou quer uma chance para mudar o mundo?”. Concedendo mais poderes que do que devia ao seu novo presidente, Jobs foi expulso da Apple após dois anos, em parte por causa do fracasso de vendas do computador pessoal Lisa, projeto de sua responsabilidade.
Nos anos que se passaram, Jobs criou uma nova empresa de computadores, a NeXT. Seu NeXTcube inaugurou conceitos inovadores na indústria, e apesar do custo proibitivo, seu sucesso foi garantido em parte do mercado. Além disso, Jobs fundou o estúdio de animação Pixar, responsável pelas principais e primeiras animações de longa metragem, como ToyStory, Os Incríveis e Monstros. A Pixar foi adquirida pela Disney, tornando Jobs seu maior sócio. Desta vez, contudo, Jobs estava mais preparado e equilibrado, culminando na compra da NeXT pela Apple em 1996 e no retorno do fundador para sua própria empresa.
Os anos seguintes viram uma profusão de produção artística-tecnológica de Jobs, dos computadores iMac ao iPod e o iPhone, produtos elitizados com a vanguarda perfeccionista de Jobs, enfim nos eixos de produção do mercado.

